gabriel ramalho
designer, músico, 25 anos.

ouve blues, hard rock, jazz, instrumental, experimental, mpb, música regional.
curte cinema, fotografia, artes plásticas e design.

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: deixe algo pra mim.

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Quinta-feira, Junho 30, 2005

Bem, a verdade é que além da senha recém recuperada, o que me falta é tempo para poder escrever algo por aqui.
No trabalho não é premitido acessar qualquer blog no blogger.br ou blogspot.com. As atualizações ficam a mercê do tempo que passo em casa.
Não tenho intenção de mover este blog pra outro servidor, mas planejo criar um blog alternativo para os momentos que passo lá e tenho vontade de postar algo.
Meu tempo curto, neste fim-de-semana, ainda contou com o maravilhoso serviço prestado pela minha operadora de Internet a cabo, que me deixou sem conexão de sexta a segunda.
Bem... tirando isso, a saúde vai bem, a pressão também e eu, definitivamente, preciso passar mais tempo em casa.

Gabs
1:07 AM

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Pra permanecer no monotema, visite Zaira.

Gabs
1:03 AM

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curiosidades

Kublai Khan, exímio estrategista militar mongol, neto de Gengis Khan e responsável pela unificação da China foi também responsável pela invenção do primeiro sistema de transporte coletivo totalmente baseado em combustível barato, natural e renovável, ainda na Dinastia Yuan.



Alguns motivos, infelizmente, levaram o genial inventor a abandonar o modelo: os postos de amendoim eram muito distantes uns dos outros, os preços controlados por um inescrupuloso cartel de pequineses e o estrago para o condutor que ficasse atrás do veículo num engarrafamento era profundamente desagradável. Nada disso, porém, chegava aos pés da maior adversidade: fazer uma baliza em cinco minutos.

Gabs
12:47 AM

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- Marco Polo, atrás de você!

Quando Marco Polo, transmutado em personagem em Cidades Invisíveis, relata as cidades que visitou ao imperador dos tártaros Kublai Khan, as imagens que emergem parecem saídas de um jogo combinatório, como se cada cidade concentrasse em si mesma todas as outras e, ao mesmo tempo, conservasse em si uma combinação de signos organizada de tal forma que a tornasse surrealmente peculiar e única.


Kublai Khan, grande conquistador mongol e exímio estrategista militar responsável pela unificação da China, vira - no livro do cubano-italiano Ítalo Calvino - um coadjuvante mediano nos diálogos com o interlocutor veneziano, esperadamente mais hábil com as palavras. Em certos momentos, Polo parece uma versão medieval de Sherazade, colocando em suas descrições elementos que agradem ao Khan.


O livro de Calvino é baseado em Il Milione, relato das viagens de Marco Polo, ditadas a um companheiro de cela - um escritor de contos de cavalaria - no período que Marco esteve preso pelos genoveses. O original narra as cidades conhecidas por Marco Polo na época em que conviveu com o grande Khan. O desconhecimento dos europeus sobre grande parte do resto do mundo faz com que inúmeras descrições de Polo virassem figuras fantásticas e mitológicas. Assim, um rinoceronte vira no imaginário da época o mítico unicórnio.


Ler As Cidades Invisíveis é viajar com Polo para cidades fantásticas e participar como ouvinte das disussões filosóficas travadas com o Khan, muito embora Polo dê sempre a última palavra.

Gabs
12:46 AM

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Terça-feira, Junho 21, 2005

Se eu disser que tinha perdido a senha deste negócio, vocês acreditam em mim?

Gabs
9:39 PM

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